Agora, é com elas! Quem fica com o título da WNBA? Confira os prognósticos!



Los Angeles Sparks, de Nineka Ogwumike, é favorito ao bicampeonato.

Doze equipes iniciam a busca pelo título da melhor liga feminina de basquete do planeta. Los Angeles Sparks e Minnesota Lynx são os mais cotados para repetirem a grande final de 2016.

A temporada regular

Entre 13 de maio e 03 de setembro, teremos a fase de classificação, ou temporada regular, onde as doze agremiações são divididas em conferências geográficas (leste e oeste). Após 34 partidas, os oito melhores participantes avançarão aos playoffs.

O primeiro mata-mata terá o 5o x 8o e o 6o x 7o. Serão jogos únicos. Os sobreviventes enfrentam o 3o e o 4o colocados também em 40 minutos por vagas nas semifinais. A partir daí serão batalhas em melhor de cinco jogos.

Conferência Leste: Atlanta Dream, Chicago Sky, Connecticut Sun, Indiana Fever, New York Liberty e Washington Mystics.

Conferência Oeste: Dallas Wings, Los Angeles Sparks, Minnesota Lynx, Phoenix Mercury, San Antonio Stars e Seatlle Storm.

Futuras promessas

Especialistas em basquete feminino universitário que trabalham na WNBA divulgaram em novembro uma relação dos maiores talentos. No draft, o San Antonio Stars ficou com Kelsey Plum e Nia Coffey; o Chicago Sky contratou Alaina Coates; Shatori Walker-Kimbrough assinou com o Washington Mystics; Brionna Jones fechou com o Connecticut Sun; Kaela Davis defenderá o Dallas Wings; e Alexis Jones jogará pelo Minnesota Lynx. Estes foram os principais picks do draft e ficaremos de olho no potencial destas revelações quando a bola começar a quicar.

Washington foi quem mais investiu

Como os times estão se preparando para a temporada? O Washington Mystics fez a maior contratação do ano. O representação da capital tirou Delle Donne (MVP de 2015) do Chicago. Disposto a brigar pelo título, trouxe ainda Tolliver do Los Angeles. O Washington é o quarto mais cotado para ficar com a taça (R$ 8,00 para 1, segundo o Bet365).

Se os atuais campeões perderam Tolliver, conseguiram manter Ogwumike e Parker, que desequilibraram na reta final de 2016. Lavender, Carson e Gray continuam e Williams se recuperou da contusão que a tirou das quadras ano passado. O bicampeonato vale R$ 36 para dez.

O San Antonio conseguiu no draft a melhor jogadora da temporada da NCAA. Kelsey Plum já está no Texas mas terá que brigar para ser titular com Jefferson e McBride. O novo treinador será Vickie Johnson. Sua volta olímpica está cotada em R$ 4.100 para cem.

O Lynx está com a derrota na decisão do ano passado engasgada. O quinteto Moore, Whalen, Augustus, Brunson e Fowles renovou contrato. Se terminar em primeiro, gerará R$ 3,60 para um.

O time de Nova York é sempre um dos que briga pelo título da Conferência Leste. Para este ano, Schimmel resolveu dar um tempo em sua carreira e desfalcará o grupo. A boa defensora Stokes e a precisa atacante Prince continuam. Os reforços são Vaughn e Hartley. O Liberty é o terceiro maior favorito para prevalecer: R$ 55 para dez.

O título do Indiana paga R$ 1.700 para cem. January e Mitchell se destacam no elenco, que também conta com as veteranas Larkins e Coleman. Catchings se despediu das quadras e Pokey Chatman foi trazida do Chicago para assumir o comando técnico.

O Seattle tem um plantel modesto. O destaque fica por conta de Sue Bird, que perdeu a liga passada por contusão mas está recuperada. Sua conquista vale R$ 12 para um.

Muitas mudanças no Phoenix (R$ 100 para dez). Deixaram o clube: Taylor (aposentada), Dupree (agora no Indiana) e Bonner (grávida). Taurasi e Griner renovaram contrato e Robinson foi contratada junto ao San Antonio. A cidade sonha repetir o título de 2014.

A saída de McCoughtry, maior pontuadora de 2016, abalou o Atlanta, que conseguiu manter a experiente Clarendon, além de Hayes e Williams. Seu título dará um lucro de R$ 2.300 para cem.

O Chicago perdeu muita da força de seu elenco nos últimos anos. Em relação ao certame passado, Boyette renovou e Dolson se apresentou como reforço. A veterana Chatman também continua mas seu desempenho vem caindo vertiginosamente. Seria sua hora de parar? Se a taça parar em Ohio terá valido excelentes R$ 34 para um.

Acredito que o título ficará entre Sparks, Lynx e Mystics com um surpreendente Silver Stars comendo pelas beiradas.

All-Star Game em Seattle

O Seattle Storm será o anfitrião do All-Star Game, programado para 22 de julho, às 12h30 (hora local). A WNBA já vendeu os direitos desta partida para mais de 200 países e territórios. Será a primeira vez que a cidade receberá as estrelas da WNBA. O ginásio da partida será o KeyArena, local dos jogos da agremiação de Seattle.

Jay Parry traz novidades ao campeonato

A diretora de operações da WNBA Jay Parry implantará algumas mudanças na liga nesta temporada. No cargo desde abril de 2016, seu primeiro ano foi de muita observação para poder tirar as ideias do papel agora.

A primeira novidade já aconteceu. A sede do draft foi em Nova York para que os torcedores, atletas e profissionais de administração esportiva pudessem visitar os escritórios da WNBA e aprender um pouco sobre como é a o campeonato fora das quadras.

Ela escolheu o mês de agosto para ser o WNBA Fit Month. Em cada partida do certame, a liga promoverá uma série de ações e iniciativas relacionadas à saúde feminina.

Além disso, a cartola quer fortalecer o vínculo dos times com suas comunidades e com as universidades locais, onde a NCAA costuma revelar novos talentos. A primeira ação foi levar o All-Star Game para Seattle, que perdeu em 2008 seu time masculino e que fez péssimas campanhas entre as mulheres nas últimas temporadas. O objetivo é renovar o ânimo do município em torno do basquete.

Histórico da WNBA

A liga profissional feminina de basquete dos Estados Unidos foi criada em 1997. Em seu primeiro ano, apenas oito equipes entraram em quadra: Charlotte Sting, Cleveland Rockers, Houston Comets, Los Angeles Sparks, New York Liberty, Phoenix Mercury, Sacramento Monarchs e Utah Starzz. Já na partida inaugural, disputada entre New York Liberty e Los Angeles Sparks, já se podia prever o sucesso do certame. Mais de 14 mil pessoas pagaram ingresso para assistir ao triunfo nova-iorquino. Cada franquia jogou 28 vezes na temporada regular. As semifinais e as finais foram em partidas únicas.

Ao longo dos anos, a WNBA se adaptou e cresceu. Algumas franquias fecharam, outras se mudaram de cidade. Ano passado, foram 12 times, que fizeram 34 partidas na temporada regular. Oito concorrentes seguiram para a pós-temporada, com as semifinais e as finais disputadas em melhor de cinco pelejas.

Favoritas para campeã do WNBA – Outrights:

Odds de 10 de maio, segundo o Bet365

  • 1º Los Angeles Sparks – R$ 3,60
  • 2º Minnesota Lynx – R$ 3,60
  • 3º New York Liberty – R$ 5,50
  • 4º Washington Mystics – R$ 8,00
  • 5º Phoenix Mercury – R$ 10,00
  • 6º Seattle Storm – R$ 12,00
  • 7º Indiana Fever – R$ 17,00
  • 8º Atlanta Dream – R$ 23,00
  • 9º Chicago Sky – R$ 34,00
  • 10º Connecticut Sun – R$ 34,00
  • 11º Dallas Wings – R$ 34,00
  • 12º San Antonio Silver Stars – R$ 41,00
Campeões da história do WNBA:

Odds de 10 de maio, segundo o Bet365

  • 1997 a 2000 – Houston Comets
  • 2001 e 2002 – Los Angeles Sparks
  • 2003 – Detroit Shock
  • 2004 – Seatlle Storm
  • 2005 – Sacramento Monarchs
  • 2006 – Detroit Shock
  • 2007 – Phoenix Mercury
  • 2008 – Detroit Shock
  • 2009 – Phoenix Mercury
  • 2010 – Seattle Storm
  • 2011 – Minnesota Lynx
  • 2012 – Indiana Fever
  • 2013 – Minnesota Lynx
  • 2014 – Phoenix Mercury
  • 2015 – Minnesota Lynx
  • 2016 – Los Angeles Sparks



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